Trump quer ganhar Prêmio Nobel da Paz?

A política externa de Trump se tornou pragmática no seu segundo mandato, entre uma atuação militar seletiva e o protecionismo com o objetivo elaborado em reforçar o nacionalismo americano na prioridade clara de “America First”.

A iniciativa dele vai desde o protecionismo e retomar a industrialização até o fim da guerra Rússia-Ucrânia.

Fonte: Criptonizando

Trump adotou uma postura ambígua em relação a aliados e adversários, mantendo pressionamento econômico e militar, mas com relutância em envolvimentos prolongados. A abordagem destacou segurança nacional e interesses econômicos e comerciais, promovendo o bilateralismo em detrimento ao multilateralismo.

Nesse cenário, o intervencionismo foi seletivo, focado em preservar vantagens estratégicas e comerciais, mas limitando ações militares extensas, especialmente em regiões como o Oriente Médio.

Esses limites moldam um intervencionismo pragmático de Trump, voltado a garantir ganhos concretos para os Estados Unidos, em vez de sustentar ideais subjetivos de intervenção global.

Vencedor ou ganhador

O prêmio nobel de 2025 será anunciado em outubro, embora tenha no nome “prêmio”, não se trata de uma competição, mas uma premiação como reconhecimento.

Diferente do pensamento de Trump, pelo menos pela ligação “do nada” de Trump para o Ministro das finanças da Noruega, Jens Stoltenberg para perguntar sobre uma possível indicação ao prêmio Nobel da Paz.

A conversa não durou muito, o foco ficou mais nas tarifas impostas a Noruega. A informação foi divulgada pelo jornal norueguês Dagens Næringsliv no dia 14 de agosto, informou o ministro à Reuters. 

No início de julho, a porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt puxou uma folha de papel e recitou um texto dizendo firmemente : Está “mais do que na hora” (de ser indicado ao prêmio) e, que o presidente está tendo uma performance exemplar em apresentar “em média, um acordo de paz ou cessar-fogo por mês” desde o início do seu mandato em janeiro.

Segue a lista e pacificações e apoio ao governo Trump

Conflitos citados:

  • Índia × Paquistão
  • Israel × Irã
  • Tailândia × Camboja
  • Ruanda × República Democrática do Congo
  • Armênia × Azerbaijão
  • Sérvia × Kosovo
  • Egito × Etiópia

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Líderes que “atestam” a suposta vocação pacifista de Trump:

  • Israel
  • Armênia
  • Azerbaijão
  • Gabão
  • Ruanda
  • Paquistão
  • Camboja

Tem um tempo que ele pleiteia o prêmio, é um desejo antigo, embora saiba que dificilmente ganharia. Disse Trump: “Eu nunca vou ganhar prêmio Nobel, não importa o que eu faça”, se referindo ao conflito Rússia-Ucrânia.

Leia também : “Teoria do louco”, Trump e a psicologia da imprevisibilidade

A crítica está sobre outros três presidentes americanos terem ganhado e, por um feito bem menor, diga-se de passagem, Barack Obama em 2009, Theodore Roosevelt (1906) e Woodrow Wilson (1919).

Por mais que ele tenha apaziguado conflitos antigos pelo mundo em um período curto de tempo, o intervencionismo de Trump na política econômica externa mexeu com as alianças tradicionais do Ocidente e redefiniu a posição dos Estados Unidos diante das potências asiáticas, impactando todo o comércio internacional.

O próprio presidente do comitê Nobel expressou ceticismo, citando posturas de Trump consideradas prejudiciais à liberdade de expressão.

Trump foi indicado por vários nomes importantes, portanto, há uma possibilidade. Hoje Trump concorre com a favorita ao prêmio de 2025, Yulia Navalnaya.

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